Curtas (62)
Baralhar e dar de novo
Outra novidade do último número de “O Sesimbrense” é o artigo de página inteira sobre o Estudo de Ordenamento da Avenida da Liberdade que o Presidente Pólvora ali publica, com o título, deveras entusiástico, “Uma aposta no futuro!”. Pessoalmente, fico na expectativa. Será que o edil se vai tornar colunista assíduo da folha veneranda, à semelhança do que já acontece em publicação congénere? Numa coisa, porém, o Presidente Pólvora deve, sem hesitações, levar a palma: entre nós, não haverá memória de outro presidente de câmara com tão prolífica actividade no jornalismo de opinião. Isto é certo e seguro, e não é de somenos. O mais que se afirme será sempre subjectivo. Por exemplo: julgar que o artigo de “O Sesimbrense” vem fora de tempo – por se dar o caso de o Estudo de Ordenamento ter sido apresentado em Maio último – tem o seu quê de discutível. A aposta, segundo nos dizem, com um ponto de exclamação e tudo, é no futuro. De resto, e já que se fala em apostas, sempre haverá quem tente a sua sorte nos jogos de cartas – e nestes, como se sabe, tem que se baralhar e dar de novo.
Outra novidade do último número de “O Sesimbrense” é o artigo de página inteira sobre o Estudo de Ordenamento da Avenida da Liberdade que o Presidente Pólvora ali publica, com o título, deveras entusiástico, “Uma aposta no futuro!”. Pessoalmente, fico na expectativa. Será que o edil se vai tornar colunista assíduo da folha veneranda, à semelhança do que já acontece em publicação congénere? Numa coisa, porém, o Presidente Pólvora deve, sem hesitações, levar a palma: entre nós, não haverá memória de outro presidente de câmara com tão prolífica actividade no jornalismo de opinião. Isto é certo e seguro, e não é de somenos. O mais que se afirme será sempre subjectivo. Por exemplo: julgar que o artigo de “O Sesimbrense” vem fora de tempo – por se dar o caso de o Estudo de Ordenamento ter sido apresentado em Maio último – tem o seu quê de discutível. A aposta, segundo nos dizem, com um ponto de exclamação e tudo, é no futuro. De resto, e já que se fala em apostas, sempre haverá quem tente a sua sorte nos jogos de cartas – e nestes, como se sabe, tem que se baralhar e dar de novo.

2 Comentários:
Bom regresso de férias.
Não conheço as ditas publicações nem o citado edil. Só espero que o dito cujo não faça como o Alberto João Jardim com "O Diabo": pagar a sua coluna de opinião com o dinheiro dos contribuintes.
Obrigado, Luís Milheiro. Por enquanto, estou em repouso activo...
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