sábado, março 25, 2006

Ut Pictura Poesis: Mário Beirão


ANTÓNIO CARNEIRO
Lembranças desta Flor de linhas puras,
Lembranças deste sonho ardente e belo,
Dos ciprestes que, à tarde, são esculturas,
Bronzes de Donatello!
Mário Beirão
(Imagem: Autoretrato, de António Carneiro)
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Nota: o José Pedro Francisco está por estes dias em Paris. Resolvi, assim, usurpar-lhe, por uma vez, esta sua rubrica. É que estou cheio de inveja dele. É pecado, mas aqui o confesso...

1 Comentários:

Anonymous Anónimo said...

Ah, este Mário, este Mário! Mais um incompreendido!
Podia ter entrado no Parnaso e, afinal, acabou por ficar para a história graças à fórmula que deu origem ao licor que todos conhecem.
É uma fama que já vem de longe! Oh diabo, esta é do Constantino!
Mas o melhor era o anúncio (pela voz do nosso Vítor Marques) de uma aguadente velha : "É d'homem, é d'homem! A aguardente velha 1920 é D'HOMEM"!!

Ah, grande Vítor Marques, ah, o Forno, ah, nostalgia!!!!
Pois há, mas (já não) são verdes...

9:40 p.m.  

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