Curtas (25)
O Público errou
O suplemento “Fugas” do jornal “Público” de hoje dedica algumas páginas à cidade alemã de Nuremberga, apresentando-a como uma aguarela de Durer. E faz depois referência à casa que, naquela cidade, o genial pintor renascentista habitou entre 1509 e 1528, ano da sua morte, mais informando que nela foram criadas grandes obras suas como A Morte, o Cavalheiro e o Diabo ou as tábuas de Os Quatro Santos. Estranhamente, e a propósito desta última obra, o "Fugas" ilustra aquela peça jornalística com reproduções de quatro pinturas da escola portuguesa representando S. Pedro, S. Paulo, S. Teotónio e um santo franciscano, e tradicionalmente atribuídas a Nuno Gonçalves. Mal se compreende tamanho lapso num jornal de referência, que, diga-se em abono da verdade, reconhece, por vezes, com humildade os erros que comete. A troca, essa, em nada desdoira o pintor português, seja ele quem for. E se há quem afirme que não há artistas, mas obras de arte, fica tudo dito…
O suplemento “Fugas” do jornal “Público” de hoje dedica algumas páginas à cidade alemã de Nuremberga, apresentando-a como uma aguarela de Durer. E faz depois referência à casa que, naquela cidade, o genial pintor renascentista habitou entre 1509 e 1528, ano da sua morte, mais informando que nela foram criadas grandes obras suas como A Morte, o Cavalheiro e o Diabo ou as tábuas de Os Quatro Santos. Estranhamente, e a propósito desta última obra, o "Fugas" ilustra aquela peça jornalística com reproduções de quatro pinturas da escola portuguesa representando S. Pedro, S. Paulo, S. Teotónio e um santo franciscano, e tradicionalmente atribuídas a Nuno Gonçalves. Mal se compreende tamanho lapso num jornal de referência, que, diga-se em abono da verdade, reconhece, por vezes, com humildade os erros que comete. A troca, essa, em nada desdoira o pintor português, seja ele quem for. E se há quem afirme que não há artistas, mas obras de arte, fica tudo dito…

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