Até ao fim
Como é sabido, o Dr. Sequerra vai abandonar a direcção de “O Sesimbrense”, tendo saído hoje o último número em que o seu nome figura no cabeçalho do jornal. Quem segue com atenção e regularidade o nosso blogue por certo não estranhará que me congratule com este acontecimento, que, a meu ver, só peca por demasiado tardio, a ponto de “O Sesimbrense” ser hoje um jornal caído no descrédito, tantas e tais foram as situações insólitas e profundamente lamentáveis com que os seus leitores se depararam nos últimos anos. Não se antolha fácil a tarefa que aguarda a Dr.ª Isabel Peneque, mas aqui fazemos votos de que consiga recolocar o venerando título da imprensa regional numa posição respeitável.
Não dizemos isto por acaso. Basta ter presente mais um lamentável episódio, desta feita registado no derradeiro jornal do consulado do Dr. Sequerra, que, por ser também o número comemorativo do 80.º aniversário de “O Sesimbrense”, traz um suplemento dedicado a esta efeméride. A páginas IV desse caderno especial, num pequeno texto que não está assinado, mas cuja autoria é reconhecidamente do ainda director do jornal (mesmo que não fosse, seria sempre da sua responsabilidade), afirma-se que, e passamos a citar, “quando “O Sesimbrense” comemorou as suas “Bodas de Diamante” (Julho de 2001) foi publicado um pequeno livrinho, de feliz autoria de António Reis Marques, amigo de sempre e sócio-fundador da LAS, evocando o percurso cumprido desde 1926, de Abel Gomes Pólvora até às primícias do século XXI”. E mais adianta o jornal que “a edição foi da “Confraria Mínima”.
Não deixa de assombrar que o Dr. Sequerra se lembre de mencionar o livrinho nestes termos. Com efeito, ele não foi publicado em Julho de 2001, quando “O Sesimbrense” comemorou as suas bodas de diamante. Tal livro só veria a luz do dia mais de um ano depois, em Outubro de 2002. E só em circunstâncias muito especiais recebeu a chancela da Confraria Mínima, por especial e decisivo impulso de Francisco Reis Marques. Dá-se o caso de, logo após as comemorações das Bodas de Diamante de “O Sesimbrense”, ou ainda por altura delas, a Liga dos Amigos de Sesimbra, por intermédio do Dr. Sequerra, ter manifestado a intenção de editar, numa brochura, o texto da conferência proferida por António Reis Marques, na sessão solene comemorativa dos 75 anos do jornal. Para tanto, foi solicitado apoio à Câmara Municipal de Sesimbra, que prontamente o concedeu. Porém, os meses passaram sem que tal intenção fosse concretizada e, porque longa se tornava a espera, houve quem, entretanto, resolvesse dar à estampa a conferência, para homenagear de surpresa António Reis Marques, no ano em que este comemorava o seu 75.º aniversário. Esta é a realidade, mas com a realidade, já o sabemos, mantém o jornalista David Sequerra uma relação problemática. Até ao fim.
Não dizemos isto por acaso. Basta ter presente mais um lamentável episódio, desta feita registado no derradeiro jornal do consulado do Dr. Sequerra, que, por ser também o número comemorativo do 80.º aniversário de “O Sesimbrense”, traz um suplemento dedicado a esta efeméride. A páginas IV desse caderno especial, num pequeno texto que não está assinado, mas cuja autoria é reconhecidamente do ainda director do jornal (mesmo que não fosse, seria sempre da sua responsabilidade), afirma-se que, e passamos a citar, “quando “O Sesimbrense” comemorou as suas “Bodas de Diamante” (Julho de 2001) foi publicado um pequeno livrinho, de feliz autoria de António Reis Marques, amigo de sempre e sócio-fundador da LAS, evocando o percurso cumprido desde 1926, de Abel Gomes Pólvora até às primícias do século XXI”. E mais adianta o jornal que “a edição foi da “Confraria Mínima”.
Não deixa de assombrar que o Dr. Sequerra se lembre de mencionar o livrinho nestes termos. Com efeito, ele não foi publicado em Julho de 2001, quando “O Sesimbrense” comemorou as suas bodas de diamante. Tal livro só veria a luz do dia mais de um ano depois, em Outubro de 2002. E só em circunstâncias muito especiais recebeu a chancela da Confraria Mínima, por especial e decisivo impulso de Francisco Reis Marques. Dá-se o caso de, logo após as comemorações das Bodas de Diamante de “O Sesimbrense”, ou ainda por altura delas, a Liga dos Amigos de Sesimbra, por intermédio do Dr. Sequerra, ter manifestado a intenção de editar, numa brochura, o texto da conferência proferida por António Reis Marques, na sessão solene comemorativa dos 75 anos do jornal. Para tanto, foi solicitado apoio à Câmara Municipal de Sesimbra, que prontamente o concedeu. Porém, os meses passaram sem que tal intenção fosse concretizada e, porque longa se tornava a espera, houve quem, entretanto, resolvesse dar à estampa a conferência, para homenagear de surpresa António Reis Marques, no ano em que este comemorava o seu 75.º aniversário. Esta é a realidade, mas com a realidade, já o sabemos, mantém o jornalista David Sequerra uma relação problemática. Até ao fim.

3 Comentários:
Nem Sequerra na hora da despedida...
Pena é que(Peneque?)não tenha ido antes!!!
Vendaval,
Para esse peditório já demos.
Boa malha, impaciente!
Mas a Isabel vai ser só interina. Quem será o senhor que se segue? Pedro Filipe? Manuel Nabais? Manuel Torres?
Pedro Filipe Júnior?
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