quarta-feira, março 08, 2006

Moeda ao ar

Ainda o insólito do trânsito na vila de Sesimbra. As obras no prédio da Rua da República já terminaram há algumas semanas e não obstante se poder, de novo, circular nesta artéria a partir do Largo do Município, na Rua Jorge Nunes mantém-se o sentido único norte-sul, rumo a Bombaldes.

Talvez o futuro seja verdadeiramente este, quem sabe? Aproveitar a recuperação de uma fachada, o levantamento de uma tampa de esgoto, o calcetamento de uma viela esburacada para introduzir novas alterações na circulação rodoviária. Mas a moeda ao ar, como método, também não estaria mal…

9 Comentários:

Blogger Ruy Ventura said...

Consta que o mito vai ser revisto. Proximamente deixaremos de ter o labirinto de Creta para passarmos a ter o Labirinto de Sesimbra. Quem será o minotauro?

11:45 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Sesimbra vai-se tornando na menina bonita dos automobilistas audaciosos que, em cada dia, descobrem uma novidade.
É essa a intenção dos peritos do trânsito da Câmara, cartaz turístico inovador,o rali permanente, o Dakar dos pobrezinhos.

11:55 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

A pergunta é: por onde posso ir amanhã???

7:17 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

Desculpe , quais obras ? Refere-se aos andaimes colocados para que se pudesse fazer aquela "coisa" ao prédio Pinto Leão ? Já viu ? O trânsito ? Não sabe que a mudança constante dos sinais tem a ver com uma experiência inovadora da entidade competente sobre o aspecto estético dos sinais em função do tipo de via onde vão ser semeados ? Depende se é rua ou travessa , largo ou beco e assim por diante . É tambem sobre onde melhor se enquadram em função da cor do sinal e aspecto geométrico dos ditos .A experiência serve também para se saber qual a percentagem de automobilistas que perante os sinais de sentido obrigatório para os dois "sentidos" ,viram à direita ou à esquerda , acho que até ficam a saber qual a tendencia politica dos automobilistas que circulam em Sesimbra .
Ah ! E entretanto justificam o orçamento e mais qualquer coisa ...

11:55 p.m.  
Blogger Pedro Martins said...

Caro cliente miúdo,

Já vi a fachada do prédio e o mínimo que se pode dizer é que o resultado final da operação é, para já, de uma grande infelicidade.
Realmente, para isto, melhor seria não se ter feito nada ali.

7:45 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Tenham calma...Não me digam que nunca ali viram azulejos no chão??? Já se aperceberam que aquela artéria tem um grande movimento diário??? A intervenção foi apenas para precaver acidentes.Bonito não está, é um facto. Mas a protecção civil assim o obriga, e enquanto não se fizeram obras de fundo há que colmatar "pequenos defeitos".Sejam justos, Meninos!!

11:54 a.m.  
Blogger Pedro Martins said...

Leigo como sou nesta matéria (para não dizer ignorante), tive o cuidado de escrever "para já", quando disse que o resultado final da operação é de uma grande infelicidade.
Em todo o caso, se é como a Urbana diz, fico um pouco mais descansado.

6:17 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

Assim também dou mão à palmatória se a obra se destinou a evitar que caiam mais azulejos na via pública está bem ,fico mais descansado.

6:57 p.m.  
Blogger Joao Augusto Aldeia said...

Acerca do prédio da rua da República: é quase certo que tão cedo não serão ali colocados azulejos, se é que isso acontecerá algum dia.

Resta-nos pois o consolo securitário de não sermos atingidos por aquela arma de origem árabe. Parafraseando Ruy Belo:
   (...) O azulejo
   esse grande terrorista


Quanto aos estetas sensíveis, basta-lhes evitar passar pela rua (ele há tantas alternativas!) ou virar a cara para o lado en passant.

A não ser que, urban@, a coisa acabe por entranhar-se culturalmente e passe, também ela, a ser um ex libris pexito: a terra do cone amarelo e da mancha anil. A condizer com a beleza exótica do Hydrolagus lusitanicus.

4:51 p.m.  

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