Moeda ao ar
Ainda o insólito do trânsito na vila de Sesimbra. As obras no prédio da Rua da República já terminaram há algumas semanas e não obstante se poder, de novo, circular nesta artéria a partir do Largo do Município, na Rua Jorge Nunes mantém-se o sentido único norte-sul, rumo a Bombaldes.
Talvez o futuro seja verdadeiramente este, quem sabe? Aproveitar a recuperação de uma fachada, o levantamento de uma tampa de esgoto, o calcetamento de uma viela esburacada para introduzir novas alterações na circulação rodoviária. Mas a moeda ao ar, como método, também não estaria mal…
Talvez o futuro seja verdadeiramente este, quem sabe? Aproveitar a recuperação de uma fachada, o levantamento de uma tampa de esgoto, o calcetamento de uma viela esburacada para introduzir novas alterações na circulação rodoviária. Mas a moeda ao ar, como método, também não estaria mal…

9 Comentários:
Consta que o mito vai ser revisto. Proximamente deixaremos de ter o labirinto de Creta para passarmos a ter o Labirinto de Sesimbra. Quem será o minotauro?
Sesimbra vai-se tornando na menina bonita dos automobilistas audaciosos que, em cada dia, descobrem uma novidade.
É essa a intenção dos peritos do trânsito da Câmara, cartaz turístico inovador,o rali permanente, o Dakar dos pobrezinhos.
A pergunta é: por onde posso ir amanhã???
Desculpe , quais obras ? Refere-se aos andaimes colocados para que se pudesse fazer aquela "coisa" ao prédio Pinto Leão ? Já viu ? O trânsito ? Não sabe que a mudança constante dos sinais tem a ver com uma experiência inovadora da entidade competente sobre o aspecto estético dos sinais em função do tipo de via onde vão ser semeados ? Depende se é rua ou travessa , largo ou beco e assim por diante . É tambem sobre onde melhor se enquadram em função da cor do sinal e aspecto geométrico dos ditos .A experiência serve também para se saber qual a percentagem de automobilistas que perante os sinais de sentido obrigatório para os dois "sentidos" ,viram à direita ou à esquerda , acho que até ficam a saber qual a tendencia politica dos automobilistas que circulam em Sesimbra .
Ah ! E entretanto justificam o orçamento e mais qualquer coisa ...
Caro cliente miúdo,
Já vi a fachada do prédio e o mínimo que se pode dizer é que o resultado final da operação é, para já, de uma grande infelicidade.
Realmente, para isto, melhor seria não se ter feito nada ali.
Tenham calma...Não me digam que nunca ali viram azulejos no chão??? Já se aperceberam que aquela artéria tem um grande movimento diário??? A intervenção foi apenas para precaver acidentes.Bonito não está, é um facto. Mas a protecção civil assim o obriga, e enquanto não se fizeram obras de fundo há que colmatar "pequenos defeitos".Sejam justos, Meninos!!
Leigo como sou nesta matéria (para não dizer ignorante), tive o cuidado de escrever "para já", quando disse que o resultado final da operação é de uma grande infelicidade.
Em todo o caso, se é como a Urbana diz, fico um pouco mais descansado.
Assim também dou mão à palmatória se a obra se destinou a evitar que caiam mais azulejos na via pública está bem ,fico mais descansado.
Acerca do prédio da rua da República: é quase certo que tão cedo não serão ali colocados azulejos, se é que isso acontecerá algum dia.
Resta-nos pois o consolo securitário de não sermos atingidos por aquela arma de origem árabe. Parafraseando Ruy Belo:
(...) O azulejo
esse grande terrorista
Quanto aos estetas sensíveis, basta-lhes evitar passar pela rua (ele há tantas alternativas!) ou virar a cara para o lado en passant.
A não ser que, urban@, a coisa acabe por entranhar-se culturalmente e passe, também ela, a ser um ex libris pexito: a terra do cone amarelo e da mancha anil. A condizer com a beleza exótica do Hydrolagus lusitanicus.
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