Nocturnos (4)
AS ESTRELAS
«Somos estrelas que cantam,
cantamos a nossa luz.
Somos as aves de fogo
por sobre os campos celestes.
A nossa luz é uma voz
que abre caminho aos espíritos.
Entre nós três caçadores
seguem o rasto de um urso.
Não há memória de tempo
em que os três o não caçassem.
Vemos lá em baixo as montanhas.»
Esta é a canção das estrelas.
Um dos Poemas dos Peles-Vermelhas mudado para português por
Herberto Helder
«Somos estrelas que cantam,
cantamos a nossa luz.
Somos as aves de fogo
por sobre os campos celestes.
A nossa luz é uma voz
que abre caminho aos espíritos.
Entre nós três caçadores
seguem o rasto de um urso.
Não há memória de tempo
em que os três o não caçassem.
Vemos lá em baixo as montanhas.»
Esta é a canção das estrelas.
Um dos Poemas dos Peles-Vermelhas mudado para português por
Herberto Helder

2 Comentários:
Hugh, Hugh, disse o pele-vermelha, Saltando à volta da fogueira
Nessa não caio, já é velha
Cá pró grande chefe Bieira
Hugh, Hugh, e cofiava o bigode,
De mim toda a gente gosta
Nunca enganei o pagode
Como esse frango da Costa
Hugh,Hugh, mas a casa não é rica
E antes que os fundos esgotem
Adeus águia, adeus Benfica.
Querem dinheiro? Vão ao TOTEM...
Tirado, com a debida bénia, de "Nocturnos na Luz", da autoria de Luys Philips hum...hum... Bieira.
O "Saltando" não saltou para a linha de baixo. Está fora de jogo.
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