O TEMPO FAZ CARETAS
Visto que não há regresso
E o tempo está de mau cariz,
Viremos o dia do avesso
Para ver como é, primeiro.
A carranca dum velho ou o trazeiro
Prazenteiro dum petiz?
Alexandre O'Neill
E o tempo está de mau cariz,
Viremos o dia do avesso
Para ver como é, primeiro.
A carranca dum velho ou o trazeiro
Prazenteiro dum petiz?
Alexandre O'Neill

4 Comentários:
ó senhor Martins, não bata mais no ceguinho! Tenho o Carnaval estragado e você ainda me vem com este poema galhofeiro!!
Mas como é Carnaval, não levo a mal. Por esta escapa.
Olhe, quer um conselho? Vá ver o que escreveu hoje a Constança...
Olhe, meu amigo, com o dia medonho que hoje se declarou, foi o que me ocorreu pôr "em linha".
Que quer o meu amigo? São estados de espírito...
O pior é que se isto assim continua, e a borrasca não amaina, ainda o António Cagica Rapaz se lembra de publicar o seu poema "Vendaval", e então é que se levanta um pé de vento...
Seja como for, já hoje o António Cagica Rapaz não fora insensível ao estado do tempo.
E, para mais, veja o meu caro amigo que o próprio José Pedro Francisco, ao escolher, já noite velha, o quadro desta semana, parece que estava a adivinhar chuva. Estranha sintonia!
Como diria o Mário Henrique-Leiria: as coincidências têm causas matematicamente prováveis deveras curiosas. Não é verdade?
Não há dúvida, vocês estão mesmo a pedir chuva.
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