O Museu das Janelas Verdes (5)
(conclusão do texto publicado ontem)
Agora, mudaram também o espaço físico e certos aspectos da exposição. Reabriu-se a porta da Rua das Janelas Verdes e recuperou-se o respectivo átrio. Com o apoio de empresas, o Salão Nobre e algumas outras salas foram reabilitadas. Por outro lado, melhorou-se o modo de exibição das peças de referência. Algumas obras importantes, entre as quais um Morales e os cinco painéis de Zurbáran que faltavam na sala do “Apostolado”, saíram das reservas. O mecenato exclusivo do banco Millennium permitiu delinear uma programação de grande qualidade. Aos “Grandes Mestres do Desenho”, uma mostra notável sob vários aspectos, vai suceder, a partir de 18 de Maio, a exposição “Grandes Mestres da Pintura. De Fra Angélico a Bonnard. Obras-Primas da Colecção Rau”. Será uma oportunidade rara de ver grande pintura europeia, e sobretudo obras de mestres que não se encontram representados nas colecções portuguesas. Para mais a Colecção Rau, após a itinerância desta sua exposição, que terminará precisamente em Lisboa, poderá vir a ser vendida pela UNICEF, a quem o médico e filantropo alemão a doou.
Por tudo isto, não admira que o Museu de Arte Antiga tenha vindo a recuperar público, ultrapassando, em 2005, a barreira dos 100.000 visitantes. Esta tendência deverá acentuar-se em 2006. E a exposição da colecção Rau vai ser um óptimo motivo para regressar às Janelas Verdes. A exposição, o seu jardim quase suspenso sobre o Tejo e os inúmeros tesouros que as suas setenta salas nos oferecem…
Agora, mudaram também o espaço físico e certos aspectos da exposição. Reabriu-se a porta da Rua das Janelas Verdes e recuperou-se o respectivo átrio. Com o apoio de empresas, o Salão Nobre e algumas outras salas foram reabilitadas. Por outro lado, melhorou-se o modo de exibição das peças de referência. Algumas obras importantes, entre as quais um Morales e os cinco painéis de Zurbáran que faltavam na sala do “Apostolado”, saíram das reservas. O mecenato exclusivo do banco Millennium permitiu delinear uma programação de grande qualidade. Aos “Grandes Mestres do Desenho”, uma mostra notável sob vários aspectos, vai suceder, a partir de 18 de Maio, a exposição “Grandes Mestres da Pintura. De Fra Angélico a Bonnard. Obras-Primas da Colecção Rau”. Será uma oportunidade rara de ver grande pintura europeia, e sobretudo obras de mestres que não se encontram representados nas colecções portuguesas. Para mais a Colecção Rau, após a itinerância desta sua exposição, que terminará precisamente em Lisboa, poderá vir a ser vendida pela UNICEF, a quem o médico e filantropo alemão a doou.
Por tudo isto, não admira que o Museu de Arte Antiga tenha vindo a recuperar público, ultrapassando, em 2005, a barreira dos 100.000 visitantes. Esta tendência deverá acentuar-se em 2006. E a exposição da colecção Rau vai ser um óptimo motivo para regressar às Janelas Verdes. A exposição, o seu jardim quase suspenso sobre o Tejo e os inúmeros tesouros que as suas setenta salas nos oferecem…

2 Comentários:
Há muitos anos que não passo pelas "Janelas Verdes"! Lembro-me de um museu, bolorento e escuro, que não convidava a uma 2.ª "volta"...
Esta série de "chamadas de atenção" já despertaram a minha curiosidade! Vou esperar pela colecção Rau para regressar.
Obrigado pela sugestão!
É muito bem observado esse pormenor do museu "bolorento e escuro". É a expressão exacta.
Daí que tenham sido recuperadas, para já, algumas salas que se encontravam em más condições - o Salão Nobre, então, metia dó! Significativamente, essas salas estão agora pintadas de branco.
Espero que não fique muito mais impaciente até dia 18 de Maio, que é quando começa a exposição da colecção Rau...
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