sábado, junho 17, 2006

Nocturnos (14)

ONDE A NOITE

Não é senão onde a noite
inclina os ramos
que lábios fendem
e o silêncio

morre.

Eugénio de Andrade

2 Comentários:

Blogger Pedro Martins said...

É um poema de rara beleza e grande simplicidade, este, que o Vendaval nos trouxe.

8:32 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Vendaval, obrigada pelo poema. Finalmene conheço-o a fundo, pois só tenho comigo uma cópia velhinha de uma folha de caderno de liceu desta 1ª parte. Obrigado.

3:42 p.m.  

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